quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Flor!

Flor!
Por Francisco Carlos Cavalcante

Tu és meu amor, és minha flor,
Flor imperecível, imaculada
Sempre meu amor.


            Amor eterno do tipo que não acaba nunca,
            Que só faz crescer, produzindo raiz profunda
            Para o meu entardecer.

Tarde!, Manhãs!, Noites!
Tudo posso quando admiro,
No meu jardim essa flor tão bela,
Jovial sempre. Que tem ao redor
Duas outras flores que faz também
O meu rejuvenescer, me dando forças para
Também eu crescer.

            Flor, tu és a minha esperança de reerguer
            De pântano podre que a mim tomava sem
            Absolutamente nada me oferecer.

Flor distinta, tão especial, outras existem
Aos milhões, porém nenhuma com o seu
Calor, ardor, perfume, que só se conquista
Com sentimento superior.

            Flor!, Obrigado por adornar de forma suave
            Sem nada obrigar, os meus dias.
            Por me fazer suportar
            Por ajudar a curar feridas profundas,
            Que ao seu lado, flor amada, estou a resgatar.

Tenha paciência flor amada
Pois dia chegará que irei te levar a contemplar
Todas as estrelas do universo que estarão
A jorrar luzes fulgurantes a embalar nossos mais
Tenros sonhos sem nada mais no cobrar.

Nenhum comentário: